Não é a ilha que guarda segredos, são as pessoas que habitam ela.
terça-feira, 2 de março de 2010
A nova geração de satélites: Cubos de Rubik
Depois que a moda “esférica com espinhos” do sputnik lançada pelos Russos perdeu força, uma outra tendência teve mais sucesso no mercado de satélites: os modelos cúbicos. Começaram discretos, com formas ligeiramente cúbicas e com pequenos painéis solares projetando-se sobre dois de seus lados, mas isso também é passado. Conheçam a nova geração de satélites, os cubos de rubik!
Com um custo de produção médio de U$ 0,08 por unidade (usando mão de obra escrava), com peso estimado em poucas gramas e um custo de lançamento de apenas U$ 40000,00, o cubo de rubik tem grande vantagem sobre os modelos atuais e cerca de 15 deles já estão orbitando a Terra. Claro, ainda em fases de testes, mas já são capazes de coletar dados sobre nossa atmosfera, sobre o Universo e tudo mais.
Mas a característica mais versátil desses novos satélites não é seu extremo baixo custo de implementação, nem sua beleza e estilo cúbico… é sua capacidade de se transformar. Com alguns simples movimentos, torcendo sua estrutura sobre si mesma em qualquer sentido – graças a um avançadíssimo pino omni-multifuncional de plástico no seu centro – o cubo pode se transformar em outro cubo, completamente diferente do anterior nas suas funções, forma e… estilo. =D Observe com atenção:
De unidade meteorológica para radio telescópio orbital em apenas alguns passos!!! =o
No entanto, alguns problemas persistem desde o projeto inicial. O mais sério deles está relacionado ao sistema de propulsão do cubo de rubik que… bem, não existe. Isso limita sua operação a apenas órbitas fixas – ou quedas verticais – e também reduz drasticamente suas funções como satélite. Esforços internacionais estão em busca de soluções para essa dificuldade. A mais promissora delas é a propulsão de origami espacial, mas você pode contribuir ligando para Agência Espacial Europeia ou para a Nasa dando sua opinião, eles adoram quando fazem isso.
